Um diário com o roteiro das nossas maravilhosas viagens para compartilhar com amigos e familiares e, quem sabe, também poder contribuir com algumas dicas para quem escolher um de nossos destinos. Tatiana e Eduardo
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2 de jun. de 2009
20 de mai. de 2009
Despedida de Portugal, rumo a Barcelona
Hoje foi nosso último dia em Portugal. Como nosso voo para Barcelona era só de tarde, ainda deu tempo de passear pela manhã.
Passamos pela Torre de Belém, um dos cartões postais de Lisboa e pelo Monumento dos Descobrimentos, em homenagem aos homens que desbravaram os caminhos do mar.
O Castelo de São Jorge, do século XI-XII, foi erguido quando Lisboa era uma importante cidade portuária muçulmana. Em 1147, D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, conquista o Castelo e a cidade aos mouros. De meados do seculo XIII até o início do século XVI, o Castelo conheceu o seu período áureo, sendo residência dos reis de Portugal quando estavam em Lisboa. Foi declarado Monumento Nacional em 1910.
Hora de ir para o aeroporto. Quase perdemos o voo, fomos os penúltimos a entrar no ônibus do aeroporto que leva até o avião. Sônia (minha cunhada. Viajamos juntas, além do Claudio, meu cunhado. Agora só nos encontraremos em Paris!) e eu ficamos passeando no Free Shop...
Aliás, quando vi o avião fiquei a-pa-vo-ra-da. Não era da TAP, companhia que eu comprei as passagens, era uma empresa local. O avião era para apenas 49 passageiros, da Embraer. Eu tenho pavor de avião. No fim deu tudo certo, o piloto fez um voo perfeito, o avião é otimo, graças a Deus!
B A R C E L O N A ! ! !
Chegamos em Barcelona!!! Miguel, marido da Mari, nos buscou no aeroporto e nos levou até o hotel (Via Augusta, que fica na na Via Augusta n. 63 - www.hotelviaaugusta.com). É ótimo, o quarto e banheiros são amplos, e muito bem localizado, numa zona residencial e segura.
Depois fomos até a casa da Mari e do Miguel, próximo ao hotel, e de lá fomos jantar no restaurante Flash Flash (La Granada del Penedes n. 25), todo decorado com figuras de fotógrafos, como se todas as pessoas que estivessem presentes fossem celebridades. Lá é um típico restaurante de tortilla, prato local, uma espécie de omelete. Foi o que comemos com Barril (chopp).
Depois fomos dar uma olhada na cidade de carro, fomos a Montjuic (onde foram as Olimpíadas de 92), Parc Guell, Tibidabo, Las Ramblas (rua mais famosa de Barcelona), Passeig de Gracia (onde estao as melhores e mais caras lojas). No mapa Barcelona parece ser muito maior, mas os quarteirões tem curta distância de um para o outro e é muito facil andar por aqui. Tudo é muito bem sinalizado e organizado. E uma cidade agitada e linda!
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| Torre de Belem |
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| Momumento do Descobrimento |
Passamos pela Torre de Belém, um dos cartões postais de Lisboa e pelo Monumento dos Descobrimentos, em homenagem aos homens que desbravaram os caminhos do mar.
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| Praça do Commercio |
Descemos a Av. da Liberdade ate a Praça D. Pedro IV, onde tomamos café da manhã na Pastelaria Portuguesa, de 1883. Suco de laranja na Europa é caro, um copo de 300ml custou 5,30 euros! Fomos andando até a Praça do Rossio e a Praça do Comércio, onde o rio Tejo desemboca.
Depois pegamos o autocarro (ônibus) n. 37 no Rossio (custou 1,40 euros e paga direto ao motorista) que nos deixou no Castelo de São Jorge (5 euros -9h as 21h). O castelo fica no ponto mais alto da cidade, ou seja, a vista é espetacular (foto abaixo). Não é um castelo como o da Pena, só há ruinas, mas é muito bonito. A visita é obrigatória para quem vai à Lisboa.O Castelo de São Jorge, do século XI-XII, foi erguido quando Lisboa era uma importante cidade portuária muçulmana. Em 1147, D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, conquista o Castelo e a cidade aos mouros. De meados do seculo XIII até o início do século XVI, o Castelo conheceu o seu período áureo, sendo residência dos reis de Portugal quando estavam em Lisboa. Foi declarado Monumento Nacional em 1910.
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| Rio Tejo |
| Vista do Castelo de São Jorge |
Lá tem um local chamado "Torre de Ulisses" que tem um periscopio, um sistema óptico inventado por Leonardo da Vinci no século XVI, o único existente em Portugal, que permite observar a cidade a 360 graus em tempo real. Incrivel! Conta a lenda que Ulisses teria vindo atrás de Aquires, que estava fugindo de Tróia, mas quando chegou na cidade se apaixonou pelo lugar e fundou Lisboa.
Hora de ir para o aeroporto. Quase perdemos o voo, fomos os penúltimos a entrar no ônibus do aeroporto que leva até o avião. Sônia (minha cunhada. Viajamos juntas, além do Claudio, meu cunhado. Agora só nos encontraremos em Paris!) e eu ficamos passeando no Free Shop...
Aliás, quando vi o avião fiquei a-pa-vo-ra-da. Não era da TAP, companhia que eu comprei as passagens, era uma empresa local. O avião era para apenas 49 passageiros, da Embraer. Eu tenho pavor de avião. No fim deu tudo certo, o piloto fez um voo perfeito, o avião é otimo, graças a Deus!
B A R C E L O N A ! ! !
Chegamos em Barcelona!!! Miguel, marido da Mari, nos buscou no aeroporto e nos levou até o hotel (Via Augusta, que fica na na Via Augusta n. 63 - www.hotelviaaugusta.com). É ótimo, o quarto e banheiros são amplos, e muito bem localizado, numa zona residencial e segura.
Depois fomos até a casa da Mari e do Miguel, próximo ao hotel, e de lá fomos jantar no restaurante Flash Flash (La Granada del Penedes n. 25), todo decorado com figuras de fotógrafos, como se todas as pessoas que estivessem presentes fossem celebridades. Lá é um típico restaurante de tortilla, prato local, uma espécie de omelete. Foi o que comemos com Barril (chopp).
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| Tibidabo |
19 de mai. de 2009
Cabo da Roca, Sintra e Lisboa
Terceiro dia de viagem, 20 para voltar. Que bom, tem muito pela frente...
Hoje o dia amanheceu espetacular. Um sol maravilhoso, mas ainda fresquinho. Fomos ao Cabo da Roca - "Onde termina a terra e começa o mar" - frase de Luis de Camões.
Diz a lenda que essas rochas da foto foram formadas por Deuses que castigaram uma Ursa que fugiu com seus filhotes e então viraram as pedras que ali existem. Tem um quadro com a descrição da "Lenda da Ursa".
De lá seguimos para o Palácio da Pena, pelo Parque Nacional Sintra-Caiscais. A entrada custa 11 euros (grupos de 6) e 13 individual + 2 para o tremzinho que te leva até o Palácio. Até pode ir andando, mas tem que ter disposição, porque é uma subida grande. Criança paga 9,50 euros.
Marina é uma portuguesinha linda e cheia de alegria. Nos acompanhou na viagem como uma adulta, participando de tudo e sem reclamar de nada. Incrível para uma menina de apenas 6 anos! Valeu, Marina, já estamos com saudades de você!
Este bar vale a visita. Ele é todo decorado com miniaturas de tudo que você possa imaginar! Tem soldadinhos, capacetes de guerra, carros, bonecas, canecas, moedas... muito louco! Ótimo para fechar o dia com petiscos e cerveja típica.
| Cabo da Roca |
Diz a lenda que essas rochas da foto foram formadas por Deuses que castigaram uma Ursa que fugiu com seus filhotes e então viraram as pedras que ali existem. Tem um quadro com a descrição da "Lenda da Ursa".
De lá seguimos para o Palácio da Pena, pelo Parque Nacional Sintra-Caiscais. A entrada custa 11 euros (grupos de 6) e 13 individual + 2 para o tremzinho que te leva até o Palácio. Até pode ir andando, mas tem que ter disposição, porque é uma subida grande. Criança paga 9,50 euros.
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| Palácio da Pena |
O Palácio é uma das poucas obras existentes do Romantismo, já que esta época a literatura foi mais significante. A construção reúne vários estilos, de várias partes do mundo. Dentro, o Palácio é praticamente como na época em que servia de residência da família real. Pena que não pode tirar foto. O mobiliário está intacto, além dos aposentos e até louçaria com talheres e panelas. Incrível. Do terraço a vista é linda também.
| Jardim do Palácio da Pena |
Voltamos por Sintra e seguimos direto para Belém, onde almoçamos e de sobremesa comemos o verdadeiro e autêntico "Pastel de Belém" na Antiga Confeitaria de Belém, próximo ao Mosteiro dos Jerônimos. A receita data de 1837 e dizem que apenas 2 pessoas sabem o segredo vindo do Convento dos Jerônimos. Passa de geração para geração. Verdade ou não, vale afirmar que o doce é uma loucura e a loja entupida de gente. Custa só 0,99 centavos de euros.
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| Mosteiro dos Jerônimos |
De lá seguimos para o Mosteiro dos Jerônimos (ao lado), construído em 1502, a mando do rei D.Manuel II. É um dos maiores exemplos da arquitetura manuelina. Hoje abriga os túmulos de Vasco da Gama e Camões. Os vitrais são lindos. Parte deles foi restaurada pelo avô do Pedro Fidalgo, nosso amigo.
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| Praça do Rossio |
Já no fim do dia fomos passear na Baixa, passando pela Avenida Liberdade, onde tem várias lojas bacanas (para quem vai às compras), como Vuitton,Vilebrequin, Gucci, Zara... chegamos até a Praça do Rossio, símbolo da reconstrução de Lisboa depois do terremoto de 1775 (desde então não houve outro) e pegamos o elétrico (bonde -1,40 euros) até o Bairro Alto para o bar Pavilhão Chinês (Rua D. Pedro V, 89). Abria só às 21h e eram 20h30. O jeito foi sentar na calçada e esperar a hora passar. Ainda bem que tínhamos a pequena Marina para nos entreter com brincadeiras divertidas, como "telefone avariado"(o nosso telefone sem fio) e palmas silenciosas (todos balançando as mãos). Foi muito engraçado.
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| Ligação entre a parte Baixa e Alta |
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| "Electrico" |
Marina é uma portuguesinha linda e cheia de alegria. Nos acompanhou na viagem como uma adulta, participando de tudo e sem reclamar de nada. Incrível para uma menina de apenas 6 anos! Valeu, Marina, já estamos com saudades de você!
Este bar vale a visita. Ele é todo decorado com miniaturas de tudo que você possa imaginar! Tem soldadinhos, capacetes de guerra, carros, bonecas, canecas, moedas... muito louco! Ótimo para fechar o dia com petiscos e cerveja típica.
Pé na estrada: desbravando Portugal
Estamos no segundo dia de viagem. Pegamos o carro rumo à Fátima (1h30 de viagem mais ou menos), uma cidade com apenas 10 mil habitantes onde fica o Santuário de Fátima, similar a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, mas bem menor.
Tornou-se sagrado por ter sido o local onde Nossa Senhora apareceu para 3 crianças: Jacinta, Francisco e Lucia. Os meses de maio e outubro são os mais cheios de peregrinos, por causa de celebrações festivas.
Acendemos uma vela para agradecer toda nossa viagem e a proteção de nossa família. E continuamos nossa viagem para Tomar (apenas 20km de Fátima), capital da Ordem dos Cavaleiros Templários (ordem religiosa do tempo das Cruzadas). Lá fica o Convento de Cristo, fundado em 1162, transformado em Patrimonio Mundial da Humanidade.
A viagem é linda. Passamos por várias cidades do interior, com lindas paisagens de vinhedos. Almoçamos em Tomar no restaurante Nabao, bem em frente ao rio de mesmo nome (foto abaixo). Comemos um maravilhoso bacalhau por 10,50 euros acompanhado de um vinho produzido lá mesmo, chamado Adega do Tomar. O prato típico é Açorda de Gambas (camarão com pirão feito de pão e alho). Para fechar uma sobremesa também típica: Fatias de Tomar, um doce de ovo com calda de caramelo. Simplesmente divino!!!
De lá seguimos para Óbidos, uma cidade cercada por muralhas do século 14. São várias ruelas mínimas, de pedras, com sacadas cheias de flores coloridas e casinhas brancas. Lindo, lindo. No Natal a cidade é toda enfeitada com neve artifical, papai noel, duendes, pista de patinação e tudo que você imaginar, tipo Walt Disney. Deve ser incrível. Mas se quiser conferir esta festa é melhor se preparar para fazer reservas com bastante antecedência. Tem outra festa em Novembro que também lota a cidade, o Festival de Chocolate, com bonecos gigantes e tudo mais feito de chocolate. Já pensou?! Deve ser o máximo!
A bebida típica da região é a Ginja, um licor servido num copo de chocolate. Tem que experimentar. Qualquer taberna tem e é uma ótima lembrança de Óbidos. Para comprinhas de artesanato também é um bom local, apesar de ser mais caro. As pessoas são muito simpáticas e gostam de negociar. Lá você encontra os famosos azulejos, os galos e garrafas de Ginja.
Neste dia comemoramos meu aniversário. Foi ótimo! Ainda tivemos uma festinha de noite na casa do Pedro, da Ju e da Marina com direito a queijos e vinhos tipicos de Portugal. Ma-ra-vi-lho-so!
Chegada em Lisboa, Portugal
Chegamos em Lisboa no dia 01 de maio de 2009 e fomos direto para Caiscais, onde ficamos hospedamos na casa dos Fidalgo. São grandes amigos nossos que nos receberam com muito carinho e alegria. Obrigada Pedro, Ju e a princesa Marina!
Cascais é lugar de praia, umas mais calmas outras mais agitadas. Local bem familiar para nós, cariocas. Aliás, é surreal atravessar o Atlântico, botar os pés na Europa e continuar falando português.
No caminho para Cascais (30 km de Lisboa) já podemos perceber os traços familiares com o Brasil. Nos azulejos, nas praças, igrejas e praias, lógico! Viajar por Portugal é se entregar ao prazer de identificar nossa origem, o lugar onde nossa história começou.
Estava um dia lindo de sol, sem nuvens no céu, depois de muitos dias de chuva. A noite fez agradáveis 18 graus. E nesta época só começa a anoitecer entre 20h30 e 21h (horário local - 4 horas mais que Brasilia). Maravilhoso, o dia rende muito mais para passear.
Fomos conhecer a Praia do Guincho na foto abaixo. Venta muito, ótimo para velejar (kite ou wind surf). No final dá pra ver o Cabo da Roca, a ponta mais ocidental do continente Europeu, na altura de Nova Iorque, mais ou menos.

Seguimos para Sintra, pelo Parque Nacional. Uma graça de cidade, um passeio indispensável. Patrimônio mundial da UNESCO, Sintra foi refúg
io dos reis de Portugal e ainda abriga belos castelos, como o Castelo dos Mouros e o Palácio Nacional da Pena (na foto). Lá comemos o tradicional "travesseiro de Sintra", um doce dos deuses. Aliás, tem cada um melhor do que o outro em Portugal.
À noite jantamos no Bairro Alto, onde acontece a noite de Lisboa. Tem vários bares e restaurantes, além das tradicionais casas de fado. O melhor é conhecer à pé, entrando nas ruelas mínimas e explorando sua vida noturna. Para quem é do Rio, a Lapa pode ser um parâmetro. O Bairro Alto é antigo, com casas desgastadas e bares da moda.
Jantamos no Cocheira Alentejana e lá comemos o famoso queijo Serra da Estrela, um dos melhores do mundo, acompanhado de um vinho típico, lógico!
Cascais é lugar de praia, umas mais calmas outras mais agitadas. Local bem familiar para nós, cariocas. Aliás, é surreal atravessar o Atlântico, botar os pés na Europa e continuar falando português.
No caminho para Cascais (30 km de Lisboa) já podemos perceber os traços familiares com o Brasil. Nos azulejos, nas praças, igrejas e praias, lógico! Viajar por Portugal é se entregar ao prazer de identificar nossa origem, o lugar onde nossa história começou.
Estava um dia lindo de sol, sem nuvens no céu, depois de muitos dias de chuva. A noite fez agradáveis 18 graus. E nesta época só começa a anoitecer entre 20h30 e 21h (horário local - 4 horas mais que Brasilia). Maravilhoso, o dia rende muito mais para passear.
Fomos conhecer a Praia do Guincho na foto abaixo. Venta muito, ótimo para velejar (kite ou wind surf). No final dá pra ver o Cabo da Roca, a ponta mais ocidental do continente Europeu, na altura de Nova Iorque, mais ou menos.
Seguimos para Sintra, pelo Parque Nacional. Uma graça de cidade, um passeio indispensável. Patrimônio mundial da UNESCO, Sintra foi refúg
À noite jantamos no Bairro Alto, onde acontece a noite de Lisboa. Tem vários bares e restaurantes, além das tradicionais casas de fado. O melhor é conhecer à pé, entrando nas ruelas mínimas e explorando sua vida noturna. Para quem é do Rio, a Lapa pode ser um parâmetro. O Bairro Alto é antigo, com casas desgastadas e bares da moda.
Jantamos no Cocheira Alentejana e lá comemos o famoso queijo Serra da Estrela, um dos melhores do mundo, acompanhado de um vinho típico, lógico!
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