Nosso voo mudou de horário, era para ser na noite do dia 23 e passou para às 6h20 da manhã. Ou seja, perdemos um dia em Roma. Então esse seria o último... Para não sair de madrugada, resolvemos ir à noite e foi a pior coisa que fizemos. Deixamos as malas no aeroporto e passamos a noite lá. Nossa! Que terror! As horas não passavam...
Bem, mas antes disso... voltamos para a Piazza Di Spagna. Decidimos fazer umas comprinhas. Até aqui não tínhamos comprado nada! Fomos com o dinheiro contado e já que teve uma sobrinha... resolvermos nos dar ao luxo de compras umas coisinhas...
Como era o último dia, largamos o mapa e fomos explorando sem rumo. Almoçamos num restaurante chamado Matricianella, de 1957. O restaurante fica na Via Del Leone, 4. Comemos um taglioni con cozze e pachino (ou seja, massa com mexilhões e tomates) e um tomarelli con gamberi e zucchine (ou seja, massa com camarões e abobrinha). Os dois são bem apimentados, pelo menos pelo meu gosto, mas muito saborosos. Aliás, é difícil errar uma massa na Itália, não é? E de sobremesa: uma torta da nonna!
Ficamos andando, andando... tomando café, sorvete... é tão bom ficar observando a vida dos italianos, as paisagens... sem rumo... só passeando.
Hora de voltar: pegamos um trem para o aeroporto Leonardo Da Vinci ou Fiumicino. Pagamos 22 euros para nós dois. É tranquilo de ir, sem problemas.
A volta durante o dia é brabo...as horas não passam. Mas valeu. A viagem foi maravilhosa. Depois de conhecer a Europa, não penso em outra coisa a não ser voltar. Tudo aqui é lindo, tem história! Conhecemos lugares incríveis, experimentamos comidas dividas, bebemos vinhos deliciosos...
Mas também vou dizer que depois de 23 dias fora, voltar para casa é bom demais. Ver minha Cidade Maravilhosa, minha casa... é muuito bom ir. Poder voltar é melhor ainda!
Alla prossima! Se Dio vuole!
Dica Tax Free: Cada país tem seu valor e você tem que pedir ainda nele. Na França, por exemplo, é 175 euros e na Itália é 130 euros. Na loja onde você compra tem que pedir o formulário preenchido. E detalhe: não despache o produto que vc vai pedir reembolso, senão nada feito. Você tem que mostrar. Como cheguei tarde no aeroporto, não pude pedir meu reembolso em dinheiro, tive que fazer o pedido no cartão de crédito. Mas até agora não recebi nada...
Um diário com o roteiro das nossas maravilhosas viagens para compartilhar com amigos e familiares e, quem sabe, também poder contribuir com algumas dicas para quem escolher um de nossos destinos. Tatiana e Eduardo
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15 de jun. de 2010
Explorando Villa Borghese e Spagna
A verdade é que depois de 20 dias viajando e andando sem parar, já estávamos um pouco cansados. Roma tinha muita gente! Decidimos dar um passeio em Villa Borghese, um parque imperdível. Uma área enorme, verde, com muitos lagos e fontes. Para chegar até lá pode ir de metrô (linha A para Spagna ou Flaminio) ou de ônibus. Preferimos ir de ônibus para ver todo o caminho. Pegamos o número 910 em direção a Flaminio. Custou 10 euros, achei bem caro. Saindo da Villa Borghese tem a Via Vittorio Veneto, uma das ruas mais bonitas de Roma. O mais atraente são são os cafés nas calçadas, um charme só.
Voltamos também de ônibus (não lembro o número, mas também não importa porque foi errado). Ele deu a volta em quase toda Roma até chegar no Coliseo. Almoçamos num restaurante pequenino em frente ao Coliseo com rosas na parede. Muito charmoso e barato (45 euros + 10%): comemos uma massa (lógico!) com vinho e água.
De lá fomos para a Piazza Di Spagna (metrô Colosseo até Spagna). As ruas Condotti, Cavour e Del Balbuino são as que concentram as marcas mais luxuosas, tais como Louis Vuitton, Hermès, Chanel, Bvulgari...tem uma Osklen (nossa brasileira) linda!
No fim da Balbuino fica a Piazza Del Papolo. Tem uma história curiosa: nesta praça há 2 igrejas idênticas. Dizem que uma delas foi construída para as famílias mais ricas poderem frequentar. Mas atendendo às reividicações do povo, já que a igreja é de todos os filhos de Deus, foi construída outra idêntica ao lado. Se é verdade ou não, não sei, mas é o que dizem por lá.
Na Piazza Augusto Imperatore fica o famoso Ristorante Alfredo Imperatore all'Originale. Tem que fazer reserva, vive cheio. Obviamente não conseguimos em cima da hora e fomos jantar próximo, na Via Della Croce, na Trattoria D'Angelo uma pizza maravilhosa com um Chianti clássico (50 euros + 10%).
Voltamos andando pelas ruas cor âmbar de Roma até a Fontana Di Trevi. Estava lotada de turistas! Tomamos um sorvete de pistache com chocolate (divino) e outro de "camata siciliana". Muito bom, tem que experimentar.
Nossa última noite em Roma...
Voltamos também de ônibus (não lembro o número, mas também não importa porque foi errado). Ele deu a volta em quase toda Roma até chegar no Coliseo. Almoçamos num restaurante pequenino em frente ao Coliseo com rosas na parede. Muito charmoso e barato (45 euros + 10%): comemos uma massa (lógico!) com vinho e água.
De lá fomos para a Piazza Di Spagna (metrô Colosseo até Spagna). As ruas Condotti, Cavour e Del Balbuino são as que concentram as marcas mais luxuosas, tais como Louis Vuitton, Hermès, Chanel, Bvulgari...tem uma Osklen (nossa brasileira) linda!
No fim da Balbuino fica a Piazza Del Papolo. Tem uma história curiosa: nesta praça há 2 igrejas idênticas. Dizem que uma delas foi construída para as famílias mais ricas poderem frequentar. Mas atendendo às reividicações do povo, já que a igreja é de todos os filhos de Deus, foi construída outra idêntica ao lado. Se é verdade ou não, não sei, mas é o que dizem por lá.
Na Piazza Augusto Imperatore fica o famoso Ristorante Alfredo Imperatore all'Originale. Tem que fazer reserva, vive cheio. Obviamente não conseguimos em cima da hora e fomos jantar próximo, na Via Della Croce, na Trattoria D'Angelo uma pizza maravilhosa com um Chianti clássico (50 euros + 10%).
Voltamos andando pelas ruas cor âmbar de Roma até a Fontana Di Trevi. Estava lotada de turistas! Tomamos um sorvete de pistache com chocolate (divino) e outro de "camata siciliana". Muito bom, tem que experimentar.
Nossa última noite em Roma...
Dia de Vaticano!
Para ir ao Vaticano - o menor estado independente do mundo - compramos, no dia anterior, num centro de informações que fica na Piazza Navona, o passe de 25 euros incluindo o Museu do Vaticano, a Basílica de São Pedro e um Audio Guide em Português, que acabou não tendo... fomos apenas perguntar no balcão e na hora a atendente mandou a agência nos devolver o dinheiro por ter dado uma informação errada. Incrível. Usamos o audio guide inteiro em espanhol e inglês e ainda recebemos parte do dinheiro de volta (14 euros).
Para chegar até lá, pegamos o metrô sentido Otaviano/San Pietro. É tudo muito bem sinalizado, mas se tiver dúvida vá em direção à multidão. Não tem erro.
A primeira visão é a Piazza San Pietro. Tem alguns pontos marcados no chão, vá até eles e olhe em volta. É incrível, você vê alinhada todas as colunas ao redor como se fosse apenas uma fileira. Lá que o Papa faz audiências públicas todas as quartas. E adivinha que dia era? Quarta-feira! Mas nós, bobinhos, seguimos com o passeio e não vimos o Papa!!!
O museu é enooooorme. Aliás, são vários museus dentro de um. A parte do Egito é a mais fantástica. São monumentos de mais de 2 mil anos antes de Cristo! A vontade é de tocar em tudo (algumas coisas pode) e sentir a energia, a vibração de um tempo tão distante.
Mas o que mais queríamos ver era a Capela Sistina, onde é realizado o Conclave para a escolha do próximo Papa. Lá não pode tirar foto, mas claro que demos um jeitinho. Não podia ficar sem uma foto daquele teto estonteante de Michelangelo. Um pouco antes tínhamos comprado um livro numa loja de souvenir lá fora sobre a Capela Sistina. Fomos lendo cada pedaço e entrando na história. De repente a multidão já estava desapercebida por nós. Foi fantástico!
Da Capela seguimos para a Basílica de São Pedro (Atenção! não entra ninguém de bermuda ou minissaia. não tem conversa e quinta-feira o Vaticano não funciona, é dia de reunião entre o Papa e os Bispos). Essa é a igreja mais famosa do mundo e a maior construção sacra existente, onde está o sepulcro de Pedro. É lá que fica também a famosa obra Pietá de Michelangelo. Ela é bem pequena, mas linda. Você pode subir (pagar um pouco mais) e admirar a vista ou descer e ver onde estão os túmulos dos Papas, inclusive de João Paulo II.
Lá também tem vários confessionários. Língua a escolher. De repente vi "Polonês/Português". Falei pro Eduardo: "Não me confesso desde minha primeira Comunhão, vou lá". Imaginava ser português de Portugal, mas quando entrei, me deparo com um Padre pernambucano. Foi muito engraçado (com todo o respeito). Adorei!
Para chegar até lá, pegamos o metrô sentido Otaviano/San Pietro. É tudo muito bem sinalizado, mas se tiver dúvida vá em direção à multidão. Não tem erro.
A primeira visão é a Piazza San Pietro. Tem alguns pontos marcados no chão, vá até eles e olhe em volta. É incrível, você vê alinhada todas as colunas ao redor como se fosse apenas uma fileira. Lá que o Papa faz audiências públicas todas as quartas. E adivinha que dia era? Quarta-feira! Mas nós, bobinhos, seguimos com o passeio e não vimos o Papa!!!
O museu é enooooorme. Aliás, são vários museus dentro de um. A parte do Egito é a mais fantástica. São monumentos de mais de 2 mil anos antes de Cristo! A vontade é de tocar em tudo (algumas coisas pode) e sentir a energia, a vibração de um tempo tão distante.
Mas o que mais queríamos ver era a Capela Sistina, onde é realizado o Conclave para a escolha do próximo Papa. Lá não pode tirar foto, mas claro que demos um jeitinho. Não podia ficar sem uma foto daquele teto estonteante de Michelangelo. Um pouco antes tínhamos comprado um livro numa loja de souvenir lá fora sobre a Capela Sistina. Fomos lendo cada pedaço e entrando na história. De repente a multidão já estava desapercebida por nós. Foi fantástico!
Da Capela seguimos para a Basílica de São Pedro (Atenção! não entra ninguém de bermuda ou minissaia. não tem conversa e quinta-feira o Vaticano não funciona, é dia de reunião entre o Papa e os Bispos). Essa é a igreja mais famosa do mundo e a maior construção sacra existente, onde está o sepulcro de Pedro. É lá que fica também a famosa obra Pietá de Michelangelo. Ela é bem pequena, mas linda. Você pode subir (pagar um pouco mais) e admirar a vista ou descer e ver onde estão os túmulos dos Papas, inclusive de João Paulo II.
Lá também tem vários confessionários. Língua a escolher. De repente vi "Polonês/Português". Falei pro Eduardo: "Não me confesso desde minha primeira Comunhão, vou lá". Imaginava ser português de Portugal, mas quando entrei, me deparo com um Padre pernambucano. Foi muito engraçado (com todo o respeito). Adorei!
10 de out. de 2009
Era o décimo nono dia de viagem e tinha muita coisa para conhecer. Era apenas o segundo dia em Roma e aqui foi o lugar que talvez mais tenhamos sentido emoção histórica. Chama de "berço da civilização ocidental" é um clichê inevitável. O patrimônio de igrejas, museus e ruínas é inigualável. Aqui o mínimo de estada são cinco dias e ainda sim é possível que não dê para ver tudo. Mas vamos tentar!Andar em Roma é complicado, tudo é muito grande e por isso muito cansativo. Resolvemos pegar um ônibus (€ 1,00 - lembre de comprar o tícket antes de entrar no ônibus ou metrô e validá-los! Os tickets são vendidos em casas de tabaco, bancas de jornal e revistas). Fomos até a Piazza Della Rotonda, onde fica o Phanteon (entrada gratuita - foto acima). Ele tem as maiores portas de bronze do mundo, projetada pelo imperador Adriano, em 118 d.C.
De lá seguimos para a Piazza Navona, a praça barroca mais espetacular de Roma. Ela é fechada ao trânsito e em volta dela há vários cafés lindos. No centro da Piazza há três fontes, a mais famosa é a Fontana dei Quattro Fiumi, projetada por Bernini, que representa os quatro grandes rios do mundo: Ganges (Ásia), Nilo (África), Danúbio (Europa) e Prata (América). De um lado da Piazza fica a Fontana del Moro e do outro a Fontana Del Nettuno, onde em frente fica a nossa Embaixada!
Seguimos andando até o Campo del Fiori, um lugar maravilhoso para ir a noite, com muitos restaurantes, trattorias e cafés. Uma praça que capta bem o espírito italiano. Aos sábados tem uma feira de flores e legumes bem interessante. Compramos umas pêras lindas e suculentas e fomos comendo pelo caminho até o Rio Tevere.
Cruzamos a Ponte Sisto e fomos margeando o rio, já no bairro de Transtevere, um dos mais pitorescos bairros velhos da cidade. Os habitantes desse bairro se consideram os romanos mais autênticos. Um pouco mais a frente fica a Isola Tiberina, uma ilha com duas pontes: a Cestio e a Fabricio, esta última é a mais antiga de Roma, de 62 d.C (foto acima). Lá tem uns cadeados que "selam" o amor dos casais que por ali passam. E isso foi um achado, porque não vi nenhuma referência nos livros que comprei de viagem.
Atravessando a ponte e seguindo pela margem direita do rio, chegamos ao Circo Massimo, onde aconteciam as famosas corridas de biga. Já estava anoitecendo e o visual foi deslumbrante.
O céu estava um azul sereno e aquele contraste alaranjado do Circo Massimo com o Forum Romano atrás foi realmente emocionate. Ficamos lá por algum tempo contemplando aquela maravilha e agradecendo a Deus por aquele momento tão sublime.
Já estávamos loucos de fome. Achamos a Trattoria Melo próximo ao Foro Trajano.
Não comíamos carne há 19 dias! Pedimos um abbacchio scottadito, ou seja, um cordeiro maravilhoso com salada e legumes grelhados.
Educados, começamos a cortar a carne com talher até o dono do restaurante, muito simpático e falante, nos deu uma bronca e falou para comermos com as mãos. Assim é o ritual! Depois nos trouxe cumbucas com pétalas de rosas e limão para nos lavarmos. Foi espetacular!
Educados, começamos a cortar a carne com talher até o dono do restaurante, muito simpático e falante, nos deu uma bronca e falou para comermos com as mãos. Assim é o ritual! Depois nos trouxe cumbucas com pétalas de rosas e limão para nos lavarmos. Foi espetacular!Depois fomos fazer a digestão andando pelo Coliseo (foto acima) à noite. Essa era a imagem que tínhamos na cabeça: aquela iluminação alaranjada esplendorosa. Passamos pelo estádio aquático onde o nosso Cielo, dois meses depois, ganhou o Mundial de Natação.
Fim do dia. Hotel para descansar e amanhã tem mais! Tem Vaticano!
6 de jul. de 2009
Roma - última parada na Europa
Nosso trem estava marcado para sair de Siena às 09h50 com destino a Roma, via Chiusi (9,80 euros para cada um). Na verdade, partimos de ônibus de Siena até Chiusi, onde então pegamos o trem. Não sei se é assim normalmente ou se era porque a estação de Siena estava em obras. Até que foi bom o passeio, fomos conhecendo (de longe, mas foi) várias cidades na Toscana, como Arbia, Mezzavia, Vescona, Fontanelle, Asciano, Sinaluga (daqui segue-se para Florença ou Roma), Perúgia, Querce Al Pino e finalmente Chiusi. A viagem durou 1h42. O cenário é muito bonito (foto ao lado). São diversos pinheiros (aliás, acho que descobri porque as bolas de Natal são douradas. Os frutos desses pinheiros, de longe, também parecem ser dourados, mas de perto são marrons. Muito interessante), plantações, flores e diversos vilarejos mínimos com janelas piccolas, às vezes "perdidos" no meio do nada.O trem de Chiusi para Roma durou mais 2h15 e finalmente chegamos na Stazione Termini. Isso não é uma estação, é um aeroporto dos grandes! Tem um shopping dentro da estação e uma multidão de gente chegando e saíndo. Fiquei impressionada com a grandiosidade da estação.
Nosso hotel era muito perto da estação, mas acabamos pegando um táxi por causa das malas. Pagamos 30 euros por menos de 1km! Depois que fomos descobrir que o maledeto era táxi pirata! No dia seguinte saiu uma matéria no jornal denunciando esses caras. Ele não tinha taxímetro e somente os legalizados o tem, além de uma placa de identificação nos carros. Ai que raiva! Essa corrida custaria no máximo 10 euros já com as malas. Fazer o quê... roubadas de viagem, acontece.
Chegamos ao Hotel Lazzari. Super bem localizado na Via Castelfidardo. Esse pelo menos tinha um elevador. Velho, daqueles que você tem que fechar a porta (grade) para ele funcionar, sabe? Dessa vez não tinham aquelas enormes escadas para o Eduardo subir com as malas. Hahaha
O quarto era grande, o banheiro pequeno, como todos, mas o café da manhã foi o pior de todos. Primeiro porque não era no hotel e sim numa padaria ao lado e depois porque era mínimo, não dava para nada. Horrível. Mas pelo valor e localização, valeu à pena.
Deixamos as malas no hotel e fomos direto ao Coliseu (entrada 12 euros por pessoas, se quiser audio guia paga mais 4 euros e não precisa ficar na enorme fila. De 9h30 às 19h30). É impressionante a grandiosidade deste anfiteatro, aliás tudo em Roma esbanja grandiosidade. Tudo é histórico, cheio e maravilhoso. Aqui vale comprar o passe Roma Card que custa 23 euros e dá direito a 2 museus e 3 dias de transporte coletivo ou 2 sítios arqueológicos (Fórum Romano e Palatino contam como 1 só e quem compra o bilhete do Coliseu automaticamente pode ir nos 2). O bom desse passe é que você não tem que ficar na fila que realmente é enorme e olha que não estávamos no verão, quando lota ainda mais.Decidimos alugar um áudio guia em espanhol. Lá era o lugar que mais queríamos visitar. O símbolo do maior Império Romano (foto acima). Foi uma sensação incrível entrar por aquelas ruínas de 72 d.c. e imaginar 50 mil pessoas lá dentro vibrando com as lutas e mortes que ocorreram. Em cada trecho há uma história interessante. Lembram do filme O Gladiador? É aquilo mesmo. Dá para ver os nomes dos senadores em algumas cadeiras. Com imaginação você certamente viaja naquela época...
Cuidado com os "gladiadores" que ficam em volta pedindo para tirar foto. Eles geralmente cobram uma fortuna depois que você tira e ainda há alguns ladrões de carteira esperando você se distrair com eles. O local é muito bem policiado, mas é muita gente, por isso é bom ser mais cauteloso.
Saindo do Coliseu, passamos pelo Arco de Constantino (foto ao lado), erguido em 315 d.c. que está praticamente intacto. Entramos pelo lado esquerdo, começando pelo Palatino. Lá foi onde surgiu Roma e onde os imperadores moravam. Segundo a lenda, depois de matar o irmão Remo, Rômulo fundou uma vila no Palatino, hoje esse lugar chama-se Cabanas de Rômulo. Só lendo as placas para descobrir. Entre as ruínas ainda pode-se ver a bela vegetação que imagina-se ser o primeiro jardim botânico da Europa. Uma das partes mais bem conservadas é o Stadium, uma pista para exercitar cavalos e a Casa de Livia, parte da residência do imperador Augusto e de sua mulher Livia. Há ainda os pisos de mosaico e alguns afrescos nas paredes.
O Fórum Romano era o Centro da Roma Antiga (foto ao lado), onde se desenvolviam as atividades políticas, econômicas e religiosas. As ruínas foram aparecendo ao longo de décadas de escavações que se iniciaram no século 18 e ainda não acabaram. O local tem mais de 3 mil anos!Na saída oposta ao Coliseu, Passamos pelo Cárcere Mamertino, uma igreja do seculo 16, onde acredita-se que São Pedro foi aprisionado.
É imperdível o Mercado de Trajano, em frente ao Monumento a Vittorio e Emanuele II (foto abaixo), que dá para ser ver de vários pontos da cidade (onde a Ilze Scanparini sempre grava suas chamadas na Globo). Lá era o que hoje podemos chamar de shopping center. O local abrigava mais de 150 lojas e escritórios, onde se vendia sedas e especiarias do Oriente Médio. Hoje há apenas sinais desta preciosidade. A Coluna (em frente ao Mercado) onde estão os restos mortais do imperador Trajano e de sua mulher está intacta.
Foram mais de 5 horas andando sem parar pelo Fórum, Palatino e Coliseu e ainda voltamos pela Av. Nazionale que tem uma enorme ladeira no começo. Sinistro (sisnitra quer dizer esquerda em italiano)! Ufa!
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