Primeira parada: Texas. O voo fez conexão em Houston. Foram quase dez horas de viagem e mais três no aeroporto antes de embarcar para San Diego, nosso ponto fixo na Califórnia. Para já entrar no clima dos Estados Unidos, fomos tomar um café da manhã tipicamente americano: ovos, presunto, bacon e café.
Não sei se é sempre assim, mas a chegada em San Diego foi terrível! Turbulência e o avião veio fazendo zigue zague para escapar das nuvens. Mas ele voava tão baixo que dava medo!
Enfim chegamos! Depois daquele café da manhã pesado, escolhemos uma churrascaria brasileira no downtown para matar as saudades que ainda nem tinha aparecido. Foi ótimo. Me senti no Brasil com tantos brasileiros comendo, servindo, trabalhando.
Era uma quinta-feira, dia normal. A cidade é tão calma, tão tranquila, que parecia ser um domingo. A cidade é uma graça, toda planejada, com grandes parques e uma intensa vida ao ar livre.
Bem perto do restaurante que almoçamos fica o Horton Plaza, um shopping aberto, com nome em homenagem a Alonzo Horton, considerado o fundador da San Diego moderna, em 1870.
E como Estados Unidos = compras, fomos de cara no Coztco, um enorme supermercado com tudo que você possa imaginar a preços imbatíveis. Mas tem um problema... só quem tem cartão do Coztco pode entrar. Isso quer dizer que sem o Sidney, nosso amigo de San Diego, jamais poderíamos ter comprado nada lá. É tipo um Makro de antigamente, só associados podem comprar.
É incrivelmente barato. Só para ter uma ideia, uma bandeja com dois salmões enormes custava menos de U$ 18. Uma garrafa de whisky de 1,5L custava U$ 26, uma caixa de kit kat com mais de 30 barras custava U$ 19 e uma caixa com 36 cocas-zero em lata custava menos de U$ 10! Isso sem falar em cremes, cosméticos, remédios, malas, meias... quase enlouqueci no primeiro dia.
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